Integrar IA aos sistemas
Modelos de IA ligados a produtos, ferramentas internas e fluxos da operação.
Soluções
Modelos de IA ligados a produtos, ferramentas internas e fluxos da operação.
Sites, plataformas e aplicações construídos sobre a mesma base de dados.
Rotinas executadas por evento, com a regra de negócio escrita antes do fluxo.
Software, interface e arquitetura atualizados para receber novas integrações.
95%
O estudo não atribui esse resultado à qualidade dos modelos. Atribui à integração com o ambiente de cada empresa, e ao fato de as ferramentas genéricas não incorporarem o processo de quem as usa.
Um modelo genérico responde sobre qualquer assunto e não sabe nada sobre a sua operação.
Sem acesso ao catálogo, ao pipeline e ao custo de cada processo, a resposta é plausível e não sustenta decisão. O que separa um piloto que funciona de um que não funciona não é o modelo escolhido, e sim a existência de uma base onde os registros da operação estejam reunidos e possam ser consultados.
A atenção desce, o peso sobe
a atenção desce, o peso sobe
| Camada | O que é | Atenção | Peso sobre conversão |
|---|---|---|---|
| Interface | Site, e-commerce, formulário, anúncio | Alta | Médio |
| Registro | CRM, ERP, financeiro, plataforma de mídia | Média | Alto |
| Base unificada | O lugar onde esses registros se encontram | Baixa | Alto |
| Leitura | A consulta que atravessa as camadas anteriores | Muito baixa | Determinante |
A primeira camada é a que aparece em reunião. É onde se discute layout, chamada e imagem, e a discussão é legítima.
As três camadas abaixo determinam se a operação consegue responder uma pergunta específica: quanto custou trazer o cliente que assinou ontem. Um site reconstruído sem elas mantém a limitação do anterior.
Frentes
Arquitetura definida a partir dos requisitos de busca, conversão e rastreio.
Catálogo, pagamento e estoque integrados ao mesmo registro de origem.
Sistemas distintos reunidos numa base única, sem alteração na origem.
Consulta em linguagem comum atravessando mais de um banco por execução.
Gatilhos disparados por evento, sem intervenção manual a cada ocorrência.
Simulação de caixa e de meta por nível declarado de esforço comercial.
Método
As três fases são as mesmas em qualquer projeto, de um site institucional a uma base de dados unificada. O que varia é a profundidade de cada uma.
Levantamento dos sistemas em uso, dos processos que eles sustentam e dos requisitos de negócio. Sai daqui o escopo do que será construído e o que fica de fora.
Definição da arquitetura de dados e de navegação, e um protótipo navegável com as regras de negócio escritas. A validação acontece sobre a tela, antes de existir código.
Implementação, integração com os sistemas existentes e testes, seguidos de correção e novas funcionalidades em ciclo. Uma pergunta nova passa a ser uma consulta, e não um projeto.
O Muby é a plataforma que a NOZ construiu e opera, com o CRM, a mídia paga, o conteúdo, os projetos e os relatórios sobre a mesma base de dados. Cada valor investido em aquisição pode ser percorrido até o negócio que ele originou.
A convergência é de origem, não de integração posterior. Os módulos foram construídos sobre as mesmas estruturas, em vez de amarrados um ao outro depois de prontos.

Escopo
Levantamento dos sistemas que hoje registram o dado de receita
Base única alimentada por rotina de leitura, sem escrita na origem
Protótipo navegável com as regras de negócio escritas antes do código
Até 40h por semestre de desenvolvimento contínuo
Site e e-commerce integrados à base, quando ela faz parte do projeto
Implementação feita por quem escreveu o código, e não recomendação em documento
As dúvidas que aparecem antes de contratar, respondidas sem rodeio.
Não. Os sistemas em uso permanecem como estão. O que muda é que os registros deles passam a existir também numa base de leitura, montada ao lado.
A base montada pela NOZ opera apenas em leitura. A rotina copia as tabelas definidas previamente e não possui protocolo de escrita na origem, então nenhum registro do sistema atual é modificado por ela.
A IA não decide o que existe. Isso é resolvido por regra em código, com resultado idêntico a cada execução. A IA opera sobre esse resultado, para cruzar e explicar, e quando o dado está incompleto a resposta declara a incompletude.
Site pode ser contratado isoladamente. Ele é entregue com a base técnica e o registro de origem implementados, e a camada de dados pode ser construída depois, sobre o mesmo projeto.
Depende do que a auditoria encontrar. Um site com problema restrito a conteúdo não justifica reconstrução. Um site com base técnica comprometida não sustenta correção pontual. O diagnóstico separa os dois casos antes de qualquer proposta.
São. Código, domínio, hospedagem e banco ficam no seu nome, sem dependência de plataforma proprietária para continuarem operando.
Na que o projeto exigir. Os critérios são velocidade de resposta, controle sobre o código e capacidade de integração com os demais sistemas da operação.
Pelo levantamento dos sistemas que hoje registram o dado de receita, e pela conversa com quem opera cada um deles. Desse levantamento saem o desenho do trabalho e o escopo declarado, antes de qualquer construção.
Por métrica de negócio. Taxa de conversão, volume de lead com origem preservada, e número de perguntas que passaram a ser respondidas por consulta em vez de por planilha.
Toda operação começa por um diagnóstico. É ele que aponta o gargalo e define a profundidade do projeto.
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